
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Se eu fosse o vento...

terça-feira, 18 de novembro de 2008
Meu mundo azul

E então, só há uma coisa a fazer: despejar tudo que está na caixa branca e azul em uma almofada laranja e arrumar tudo cuidadosamente, para que dessa vez nada fique fora do lugar. Assim, quem sabe, tudo volta ao normal e a garota resolve sair do casulo azul e voar para ver as cores que o mundo a sua volta proporciona.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O uso terapêutico das cores

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Extraordinárias
É realmente interessante como para uma criança as coisas simples são as mais importantes e é genial a capacidade que elas têm de compreender que num papel onde há desenhada uma caixa com três furos é possível ver um carneiro adormecido, ou até mesmo que a real importância de possuir uma coisa é a utilidade que você tem para ela.
Existem características distintas para crianças e pessoas grandes, uma delas é o processo descritivo daquilo que as cerca. Uma criança é capaz de perceber que um sorvete de chocolate pode ser cremoso e super gelado(aposto que os adultos são capazes de esquecer esse detalhe precioso!), já um adulto consegue perceber os adjetivos contidos num sorvete quando ele está na balança e quando tem que coçar o bolso para pagar, ainda que seja num dia de promoção! Há ainda aqueles adultos que catalogam arquivos, números, telefones e até mesmo contracheques; e é decididamente inexplicável para uma criança que as pessoas grandes tenham dificuldade para catalogar flores por acreditarem que só as coisas “eternas” são importantes. Se a maioria dos adultos realmente se preocupassem com algo eterno estariam, 2008 anos depois, praticando o amor ao próximo de uma maneira mais intensa. Pelo menos existem aqueles adultos que conseguem pensar em algo que não seja eles mesmos, e até conseguem se preocupar com um regulamento, ainda que seja para a simples e bela função de acender e apagar um lampião. As pessoas grandes são mesmo extraordinárias!
domingo, 2 de novembro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Soldadinho de Chumbo

Uma caixa com 25 soldadinhos de chumbo pode parecer um caminhão cheio de japoneses. Mas, se olharmos atentamente, sempre descobriremos algo que faz de cada soldado um SER único. Neste caso, não é só a falta de uma perna que o torna diferente dos outros, mas a maneira especial que ele tem de ver a vida.
Para cada soldadinho existe um singelo amor que o encanta e o faz pensar nos mais belos sonhos. E mesmo que às vezes as coisas pareçam difíceis como um barquinho de papel sendo levado pela correnteza, dentro daquele coraçãozinho de “chumbo” há sempre um pensamento esperançoso de que tudo tornará a se tranqüilizar e que o seu grande amor, a linda bailarina, sempre estará ao seu lado, mesmo que só através da força que os une.
“O soldadinho olhou para a bailarina, ainda mais apaixonado, ela olhou para ele, mas não trocaram palavra alguma. Ele desejava conversar, mas não ousava. Sentia-se feliz apenas por estar novamente perto dela e poder amá-la.” (O soldadinho de Chumbo – de Hans Christian Andersen)

